Avançar para o conteúdo principal

Saladas diferentes

Tenho um conjunto de pratos, que não levam carne, nem peixe, que fazem parte do meu repertório de refeições práticas e deliciosas para levar na marmita durante a semana.

A receita que trago hoje faz parte desse repertório. É uma salada versátil, a que junto o que me apetece e costumo fazê-la na versão quinoa e na versão com couve flor, a que trago hoje. Qualquer que seja a versão, simplesmente adoro. São sabores bem portugueses e que na verdade resultam e saceiam bastante, apesar de ser uma receita com muito poucas calorias, excelente para este inicio de ano, de desintoxicação dos muitos abusos das festas...

Esta receita teve por inspiração uma salada publicada na Continente Magazine de Julho de 2015, mas também a salada de quinoa que a querida Isabel Zibaia tem publicada no seu primeiro livro.

Se acha que, por não gostar de couve flor, esta receita não é para si, desengane-se... A primeira vez que a servi o marido nem percebeu o que tinha, mas que tinha adorado... Pois... Ele odeia couve flor... O segredo aqui está em deixar a couve flor al dente e os temperos que usa para tornar esta salada deliciosa. Para além de que o sabor forte e salgado do queijo feta acaba por disfarçar os restantes ingredientes. Experimente!

_________________________

Salada de couve flor

[serve 2 pessoas]


Ingredientes:

- 400 gr de couve flor

- 100 gr de tomate mini chucha

- 100 gr de pepino

- 10 azeitonas descaroçavas cortadas às rodelas

- 100 gr de batata doce cozida al dente

- 1/2 cebola roxa

- 100 gr de queijo feta

- 1 colher de sopa de hortelã picada

- 1 colher de sopa de salsa picada

- sal e pimenta qb para temperar

- 4 colheres de sopa de azeite

- 2 colheres de sopa de sumo de limão


Preparação:

Coloque água a ferver e assim que levantar fervura coloque a couve flor e retire 3 a 4 minutos depois. O objetivo é só dar uma entaladela. Há quem não faça este passo e use a couve flor crua...

Retire, deixe arrefecer e depois de fria passa num robot de cozinha ou num ralador. O objetivo é picar, sem desfazer por completo, caso contrário a salada perde o lado crocante característico.

Coloque numa saladeira e junte o tomate em quartos, o pepino em cubos (eliminei as sementes), as azeitonas, a cebola picadinha, a batata doce cortada em cubos, a hortelã e a salsa picadas e o queijo esfarelado.

Faça a vinagrete com o azeite e sumo de limão e tempere com sal e pimenta. Junte à salada apenas no momento de servir.

________________________

 

Comentários

  1. Gosto sempre de ter saladas a acompanhar as refeições por mas simples que sejam. Essa está tão apetitosa que comia mesmo assim sem mais nada! Beijinhos

    ResponderEliminar
  2. Uau...tem mesmo um aspecto delicioso esta salada. Estou à imenso tempo para experimentar couve branca comida assim mas ainda não calhou. Depois de ver esta combinação, fiquei com mais vontade ainda! :D

    Beijinho*

    ResponderEliminar
  3. maravilha!
    Beijinhos,
    http://sudelicia.blogspot.pt/

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Aguardentes & Licores

O ano passado lancei-me na 'arte' de fazer licores para oferecer nos cabazes de Natal. Comprei uma aguardente de boa qualidade e segui duas receitas publicadas na revista da Bimby "Momentos de Partilha". O resultado final foi muito apreciado pelos convivas a quem ofereci, já que por casa ninguém é apreciador de álcool, nem nas maçãs assadas (felizmente só se estraga uma casa) e por isso nem provamos o resultado final.Este ano tentei perceber um pouco mais sobre este universo das aguardentes (a base dos licores). Em jeito de 'Resumo' tenha em atenção o seguinte:O primeiro factor a ter em consideração, quando se faz um licor, tem a ver com o teor alcoólico da aguardente porque a quantidade de água e açúcar que se vai utilizar depende disso. Isto é, se tiver um teor de álcool de 40º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar cerca de 500 gr de açúcar e 650 ml de água. Se tiver um teor de álcool de 70º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar a mesma prop…

Molho cervejeira

Quem estuda economia ou gestão costuma falar sobre a curva de crescimento das empresas. Na verdade, todas as empresas têm o seu momento de crescimento, expansão e algures no tempo, a estagnação e a morte. Mais cedo, ou mais tarde, é o que acontece. Claro que há empresas que levam mais tempo do que outras a chegar ao declínio… Veja-se a Coca-cola, veja-se a MacDonalds… Independentemente da concorrência, são empresas com história que se mantêm até hoje como lideres, que ultrapassaram todos os momentos de expansão e contração da economia.Em minha opinião isto acontece por variadas razões, seja pela gestão, pelas ações de marketing, pela publicidade, mas acima de tudo, pelo segredo que os seus produtos encerram. Pela inovação que trouxeram quando chegaram ao mercado.Tentando passar isto para o panorama nacional, veja-se a Portugália e o seu molho que se mantém inalterado desde sempre (dizem). Passou de uma cervejaria de Lisboa, a uma cadeia de restaurantes espalhada por todo o país. Ainda…

Tarte de maçã

Quando percebemos que este é o tipo de alimentação em que nos revemos uma das preocupações surgiu com as visitas para jantar. O que servir? 
Na verdade os amigos já mostram curiosidade assim que percebem que mudamos a forma de comer, embora achem que é uma moda passageira. Ainda assim, quando nos convidaram a primeira vez para almoçar ficaram apreensivos e ligaram a perguntar o que nos podiam servir ao almoço. Estavam verdadeiramente preocupados...
Claro que lhes explicamos que podiam fazer uma carne ou um peixe porque a única coisa que mudava era o acompanhamento. Aproveitei e ofereci-me para levar uma salada, que por sinal foi do agrado de todos, e ajudou a derrubar barreiras.
Num destes dias surgiu um jantar improvisado cá por casa com uns amigos de que gostamos muito. Para finalizar uma refeição soberba, que acho que foi do agrado de todos, fizemos uma tarte de maçã. Dizia-me a minha amiga "não sei como tens tantas ideias, eu nem sei por onde começar". Eu partilhei o meu se…