Avançar para o conteúdo principal

.

Picante e doce qb...

Uma das coisas que mais adoro fazer nos supermercados é passear na zona dos temperos e especiarias... É mas forte do que eu.

Num dos últimos passeios pelo Corte Inglês encontrei um tempero africano que imaginei super picante e lembrei-me logo de um belo franguinho à cafreal...

Mas o frango nunca mais era comprado e acabei por encontrar um piano no congelador. E como quem não tem cão, caça com gato... Resolvi arriscar. Mas quando li o rotulo apercebi-me que a mistura tinha 33% de malaguetas... E ainda que eu goste de picante e a a minha bebe também (sim é verdade!), o Mário não é fã. Resolvi, por isso, tentar quebrar o picante com algum doce e algum ácido.

Pois bem... Estava a ver que nem os ossos sobravam...

______________________________________________

Entrecosto agri-doce

[serve 2 pessoas]




Ingredientes:

- 1 piano com cerca de 600 gr

- 2 colheres de sopa de mel

- 1 colher de chá de tomilho seco

- 2 colheres de chá de manjerona seca

- 1 colher de café de molho inglês

- 1 colher de café de molho de soja

- 2 dentes de alho

- 2 folhas de louro

- 2 colheres de chá de sal marinho

- 1 colher de chá de alho em pó

- 1 colher de chá de vinagre balsâmico

- 1 colher de chá de tempero africano




Preparação:

Coloque todos os temperos num robot de cozinha e processe até ficar uma massa bem homogénea. Distribua bem pela peça de carne e leve ao forno pré-aquecido num tabuleiro revestido de prata. O objectivo é grelhar o piano no grill do forno (na temperatura máxima). Esta operação demora cerca de 10 minutos de cada lado, mas o melhor será ir vigiando para não queimar.





______________________________________________

Comentários

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Claras

Hoje trago-vos uma forma perfeita de aproveitar claras. Cá por casa congelam-se! Sim pode congelar claras e utilizá-las posteriormente em bolos, omeletes, enfim, no que quiser. A melhor forma de as utilizar é tirá-las do congelador e deixá-las descongelar no frigorífico. No entanto, se as quiser utilizar no momento, por exemplo, num bolo, basta tirar do congelador e picá-las num robot de cozinha (na Bimby, carrego no turbo algumas vezes, até ficarem picadinhas). A partir desse momento pode levantar as claras normalmente. Simples, certo? Como tinha dito AQUI , a passagem do ano não foi a desejável… E numa emergência, foi esta a sobremesa escolhida. Pela facilidade, pela falta de paciência e inspiração, enfim, se eu consegui tão bom resultado em tão mau cenário, tenho a certeza que farão um brilharete. Aproveito para agradecer todo o carinho e preocupação que têm demonstrado aqui no blog e na página de facebook para com a minha princesa. Felizmente ja regressou à vida normal. Os res

Aguardentes & Licores

O ano passado lancei-me na 'arte' de fazer licores para oferecer nos cabazes de Natal. Comprei uma aguardente de boa qualidade e segui duas receitas publicadas na revista da Bimby "Momentos de Partilha". O resultado final foi muito apreciado pelos convivas a quem ofereci, já que por casa ninguém é apreciador de álcool, nem nas maçãs assadas (felizmente só se estraga uma casa) e por isso nem provamos o resultado final. Este ano tentei perceber um pouco mais sobre este universo das aguardentes (a base dos licores). Em jeito de 'Resumo' tenha em atenção o seguinte: O primeiro factor a ter em consideração, quando se faz um licor, tem a ver com o teor alcoólico da aguardente porque a quantidade de água e açúcar que se vai utilizar depende disso. Isto é, se tiver um teor de álcool de 40º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar cerca de 500 gr de açúcar e 650 ml de água. Se tiver um teor de álcool de 70º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar a mes

Molho cervejeira

Quem estuda economia ou gestão costuma falar sobre a curva de crescimento das empresas. Na verdade, todas as empresas têm o seu momento de crescimento, expansão e algures no tempo, a estagnação e a morte. Mais cedo, ou mais tarde, é o que acontece. Claro que há empresas que levam mais tempo do que outras a chegar ao declínio… Veja-se a Coca-cola, veja-se a MacDonalds… Independentemente da concorrência, são empresas com história que se mantêm até hoje como lideres, que ultrapassaram todos os momentos de expansão e contração da economia. Em minha opinião isto acontece por variadas razões, seja pela gestão, pelas ações de marketing, pela publicidade, mas acima de tudo, pelo segredo que os seus produtos encerram. Pela inovação que trouxeram quando chegaram ao mercado. Tentando passar isto para o panorama nacional, veja-se a Portugália e o seu molho que se mantém inalterado desde sempre (dizem). Passou de uma cervejaria de Lisboa, a uma cadeia de restaurantes espalhada por todo o país.