Avançar para o conteúdo principal

Madalenas

Quando a lista de ingredientes que temos em casa é muito reduzida, isto é, quando se opta por descascar mais e desembalar menos, a exigência relativamente à qualidade dos produtos que escolhemos é maior. Aprendemos a ler rótulos, a escolher produtos o mais naturais possíveis, o menos industrializados que conseguirmos. Sim porque sempre que possível gosto de ser eu a fazer em casa, mas nem sempre é possível... 

Uma marca que sempre usei é a marca Saloio que comercializa a minha manteiga preferida! A manteiga de cabra Palhais. Mas também um chévre fantástico. Não fazia era ideia que a empresa tinha uma história tão rica e uma gama de produtos tão alargada. Sabiam que o dono começou a fazer os primeiros queijos com o leite dos animais que criava? Isto é empreendorismo! Se quiserem saber mais vejam AQUI.

Pois um destes dias a marca Saloio teve a enorme amabilidade de me enviar um ENORMEEEEE cabaz com alguns dos produtos que comercializam. O meu muito obrigado!




Nos próximos dias andarei por aqui atarefada a experimentar estas iguarias e a conjuga-las com outros sabores. E para comemorar, deixo-vos a receita de umas madalenas de cacau perfeitas! Foram feitas com o queijo fresco enviado. Espero que gostem.







Madalenas de queijo fresco e cacau

Ingredientes:
- 5 ovos
- 2 queijos frescos pequenos (Saloio)
- 60 gr de azeite
- 60 gr de farinha de amêndoa
- 30 gr de farinha de coco
- 30 gr de cacau puro
- 30 gr de açúcar de coco
- 1 colher de chá de fermento em pó

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 200º.

Bata bem os ovos, o queijo fresco e o azeite. Junte os restantes ingredientes. Bata até a massa borbulhar (cerca de 5m).

Numa forma própria para madalenas, unte-as bem com um pouco de azeite e polvi-lhe com farinha de coco. Distribua massa por cada um dos espaços, não enchendo demais porque ainda vão crescer.

Leve ao forno por 10 minutos e retire.

Volte a repetir uma segunda fornada.

Nota: Se não tiver tempo nem forma para madalenas, se colocar numa forma de bolo inglês forrada com papel vegetal, basta aguardar 30 minutos e desenformar (faça o teste do palito). Dá um bolo magnífico!

Comentários

  1. Que bom aspecto.
    Levo a receita comigo.

    Beijinhos,
    Clarinha
    https://receitasetruquesdaclarinha.blogspot.pt/

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Aguardentes & Licores

O ano passado lancei-me na 'arte' de fazer licores para oferecer nos cabazes de Natal. Comprei uma aguardente de boa qualidade e segui duas receitas publicadas na revista da Bimby "Momentos de Partilha". O resultado final foi muito apreciado pelos convivas a quem ofereci, já que por casa ninguém é apreciador de álcool, nem nas maçãs assadas (felizmente só se estraga uma casa) e por isso nem provamos o resultado final.Este ano tentei perceber um pouco mais sobre este universo das aguardentes (a base dos licores). Em jeito de 'Resumo' tenha em atenção o seguinte:O primeiro factor a ter em consideração, quando se faz um licor, tem a ver com o teor alcoólico da aguardente porque a quantidade de água e açúcar que se vai utilizar depende disso. Isto é, se tiver um teor de álcool de 40º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar cerca de 500 gr de açúcar e 650 ml de água. Se tiver um teor de álcool de 70º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar a mesma prop…

Molho cervejeira

Quem estuda economia ou gestão costuma falar sobre a curva de crescimento das empresas. Na verdade, todas as empresas têm o seu momento de crescimento, expansão e algures no tempo, a estagnação e a morte. Mais cedo, ou mais tarde, é o que acontece. Claro que há empresas que levam mais tempo do que outras a chegar ao declínio… Veja-se a Coca-cola, veja-se a MacDonalds… Independentemente da concorrência, são empresas com história que se mantêm até hoje como lideres, que ultrapassaram todos os momentos de expansão e contração da economia.Em minha opinião isto acontece por variadas razões, seja pela gestão, pelas ações de marketing, pela publicidade, mas acima de tudo, pelo segredo que os seus produtos encerram. Pela inovação que trouxeram quando chegaram ao mercado.Tentando passar isto para o panorama nacional, veja-se a Portugália e o seu molho que se mantém inalterado desde sempre (dizem). Passou de uma cervejaria de Lisboa, a uma cadeia de restaurantes espalhada por todo o país. Ainda…

Licor de framboesa

Já referi aqui algumas vezes o quanto os meus gostos têm mudado ao longo da vida. Disso foi esse exemplo este ano ter aprendido a gostar de maracujá e frutos vermelhos. Mas muitos outros exemplos houve e a verdade é que à medida que vamos evoluímos, os nossos gostos também evoluem.Para mim o grande salto aconteceu quando comecei a cozinhar. Não gostava de cebola, ervas aromáticas, pimentos, favas, cogumelos, enfim. A lista era infindável. E a verdade é que até mesmo carne de vaca, que já não comia há mais de 15 anos, por não suportar o sabor, no outro dia abri uma exceção num curso que fiz e… GOSTEI!O importante é termos a mente aberta e dar o primeiro passo para experimentar e insistir se necessário for. Porque só assim conseguimos tirar a teima se é simplesmente um ‘não gostar’ daqueles de quem nunca provou, ou um ‘não gostar’, à séria, de quem não suporta o ingrediente x ou y.As framboesas entraram na minha vida este ano. E era daquelas antipatias crónicas. Era comum ouvirem dizer-…