Avançar para o conteúdo principal

As minhas bolachas preferidas

Há coisas que se descobrem por acaso. Assim foi com as minhas bolachas preferidas - alfajores. Umas bolachas ibero-americanas, muito delicadas e recheadas com doce de leite. Uma delicia.

Descobri-as pela primeira vez num evento gastronómico no Campo Pequeno, em que a Argentina se fez representar com estas bolachinhas inocentes, que de inocentes pouco têm pela sua capacidade de viciar os mais incautos. Comigo foi assim, uma após outra...

De férias resolvi reproduzi-las. Na verdade é uma receita bem simples, que não precisa descansar, que resulta muito bem com as crianças, que não precisa de quase tempo nenhum no forno e cujo resultado final agrada a gregos e a troianos, que o mesmo é dizer, agrada a quem gosta delas simples ou recheadas.

Por aqui fizeram sucesso e acho que encontrei as bolachas prefeitas para oferecer este Natal.

A receita é do site Flagrante Delícia. Obrigado Leonor por partilhar esta receita fantástica.

_____________________

Alfajores

[faz 40 bolachinhas]


Ingredientes:

- 1 ovo L

- 112 gr de maizena

- 125 gr de farinha de trigo (usei T65)

- 62 gr de açúcar em pó

- 50 gr de manteiga amolecida

- 1 colher de chá de essência de baunilha (não usei)

- 1/2 colher de chá de fermento em pó

- doce de leite qb


Preparação:

Pré-aqueça o forno a 250º.

Coloque o açúcar no copo da Bimby e processe 45 segundos, velocidade 9.

Aplique a borboleta. Junte a manteiga amolecida e programe 2 minutos, 37º, velocidade 3. Junte o ovo e programe mais 2 minutos, velocidade 3.

Misture os ingredientes secos e junte à gemada peneirados.

Retire a borboleta e programe 30 segundos, velocidade 3.

Transfira para uma superfície e una bem.

Estique a massa até ter cerca de 3 a 4 mm de espessura e corte as bolachinhas com um cortador redondo (cerca de 5 cm de diâmetro).

Distribua as bolachinhas num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal ou tapete de silicone.

Leve ao forno por 5 minutos. As bolachinhas quando arrefecerem estarão no ponto.

Depois de frias delicie-se ou recheie com doce de leite a gosto.


Alternativa de Preparação:

Pré-aqueça o forno a 250º.

Bata o açúcar com a manteiga amolecida até obter um creme esbranquiçado e cremoso. Junte o ovo e misture até estar bem incorporado.

Misture os ingredientes secos e junte à gemada peneirados. Misture bem até obter uma massa tipo migalhas.

Transfira para uma superfície e una bem.

Estique a massa até ter cerca de 3 a 4 mm de espessura e corte as bolachinhas com um cortador redondo (cerca de 5 cm de diâmetro).

Distribua as bolachinhas num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal ou tapete de silicone.

Leve ao forno por 5 minutos. As bolachinhas quando arrefecerem estarão no ponto.

Depois de frias delicie-se ou recheie com doce de leite a gosto.

_______________________

Receita do site Flagrante Delicia.

_______________________

Comentários

  1. Olá!
    Têm um aspecto tão bom! Fiz à pouco tempo a "versão" brasileira dessas bolachinhas, os biscoitos casadinhos, que também são muito bons. Imagino que essas sejam ainda mais macias por levarem a farinha maizena, por isso tenho de experimentar!
    beijinhos
    Lena
    http://cookingbooksblog.blogspot.pt/

    ResponderEliminar
  2. Uma delicia mesmo! Esse recheio...hummm, que delicia!
    ____________________
    aculpaedasbolachas.com

    ResponderEliminar
  3. Devem ser mesmo deliciosas estas bolachas. Já tinha ouvido falar de alfajores mas nunca os tinha visto de "perto". São lindas e com esse recheio irresistível só podem ser deliciosas. ;)
    Beijinho.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Aguardentes & Licores

O ano passado lancei-me na 'arte' de fazer licores para oferecer nos cabazes de Natal. Comprei uma aguardente de boa qualidade e segui duas receitas publicadas na revista da Bimby "Momentos de Partilha". O resultado final foi muito apreciado pelos convivas a quem ofereci, já que por casa ninguém é apreciador de álcool, nem nas maçãs assadas (felizmente só se estraga uma casa) e por isso nem provamos o resultado final.Este ano tentei perceber um pouco mais sobre este universo das aguardentes (a base dos licores). Em jeito de 'Resumo' tenha em atenção o seguinte:O primeiro factor a ter em consideração, quando se faz um licor, tem a ver com o teor alcoólico da aguardente porque a quantidade de água e açúcar que se vai utilizar depende disso. Isto é, se tiver um teor de álcool de 40º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar cerca de 500 gr de açúcar e 650 ml de água. Se tiver um teor de álcool de 70º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar a mesma prop…

Molho cervejeira

Quem estuda economia ou gestão costuma falar sobre a curva de crescimento das empresas. Na verdade, todas as empresas têm o seu momento de crescimento, expansão e algures no tempo, a estagnação e a morte. Mais cedo, ou mais tarde, é o que acontece. Claro que há empresas que levam mais tempo do que outras a chegar ao declínio… Veja-se a Coca-cola, veja-se a MacDonalds… Independentemente da concorrência, são empresas com história que se mantêm até hoje como lideres, que ultrapassaram todos os momentos de expansão e contração da economia.Em minha opinião isto acontece por variadas razões, seja pela gestão, pelas ações de marketing, pela publicidade, mas acima de tudo, pelo segredo que os seus produtos encerram. Pela inovação que trouxeram quando chegaram ao mercado.Tentando passar isto para o panorama nacional, veja-se a Portugália e o seu molho que se mantém inalterado desde sempre (dizem). Passou de uma cervejaria de Lisboa, a uma cadeia de restaurantes espalhada por todo o país. Ainda…

Licor de framboesa

Já referi aqui algumas vezes o quanto os meus gostos têm mudado ao longo da vida. Disso foi esse exemplo este ano ter aprendido a gostar de maracujá e frutos vermelhos. Mas muitos outros exemplos houve e a verdade é que à medida que vamos evoluímos, os nossos gostos também evoluem.Para mim o grande salto aconteceu quando comecei a cozinhar. Não gostava de cebola, ervas aromáticas, pimentos, favas, cogumelos, enfim. A lista era infindável. E a verdade é que até mesmo carne de vaca, que já não comia há mais de 15 anos, por não suportar o sabor, no outro dia abri uma exceção num curso que fiz e… GOSTEI!O importante é termos a mente aberta e dar o primeiro passo para experimentar e insistir se necessário for. Porque só assim conseguimos tirar a teima se é simplesmente um ‘não gostar’ daqueles de quem nunca provou, ou um ‘não gostar’, à séria, de quem não suporta o ingrediente x ou y.As framboesas entraram na minha vida este ano. E era daquelas antipatias crónicas. Era comum ouvirem dizer-…