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Mensagens

Recicle electrodomésticos

No outro dia olhei para o armário de electrodomésticos arrumados, desde que comprei a Bimby e fiquei com pena... Não só pelo dinheiro desperdiçado, mas porque alguns deles mal tiveram utilização. Ainda pensei em entrega-los num daqueles pontos de recepção de electrodomésticos usados (electrão) ou vendê-los num site online tipo OLX ou Leilões ou mesmo entregá-los numa instituição de caridade... Mas, enquanto tomo ao não uma decisão, olhei para o moinho de café e lembrei-me que ainda me poderá vir a ser útil! E não é que desde então foram inúmeras as vezes que o utilizei?!?!Sim, tenho a Bimby, tenho um robot de cozinha, tenho uma 1-2-3... Mas por vezes só preciso de moer uma colher de sopa de açúcar, ou duas bolachas, ou simplesmente amêndoas... E não me apetece estar a lavar nada... E assim utilizo o moinho! Depois de utilizar, com um pincel de silicone basta-me limpar os vestígios do que estive a moer. E para absorver cheiros, basta picar alguns pedaços de pão.E assim dou utilização a…

Dia de descanso...

Escrevo este post sentada na areia da praia da Zambujeira do Mar... Enquanto olho para a Joana a brincar na areia penso na velocidade a que o tempo passa... Ainda há dias a Joana nasceu e hoje já conta até 12 e diz sem errar as cores do nosso chapéu de sol... Tem 2 anos e meio e uma vida inteira pela frente, que espero cheia de alegrias e sucessos... Há um ano atrás estava na Pousada do Vale do Gaio a casar e hoje estou aqui sem me ter dado conta da rapidez com que passou este ano... Parece que foi ontem que surpreendemos a família mais próxima e lhes dissemos, 2 minutos antes de a cerimónia começar, que estávamos ali, não para comemorar o ano e meio da Joana, mas para celebrar a nossa união... Junto à barragem do Vale do Gaio. Sem protocolos, com o rio e a família directa como testemunhas... Acho que nenhum outro casamento poderia ser tão descontraído... Malta de chinelo no pé e bikini... Sem as habituais preocupações e custos com roupa e presentes... Foi o meu casamento de sonho...D…

Cataplanas... Doces!

Há um ano atrás, passeava eu por Tavira, quando descobri uma lojinha, de comércio tradicional, a vender cataplanas. Não aos preços exorbitantes a que se vende em Lisboa! Quase parece que estamos a comprar ouro! Mas a preços acessiveis, ao preço justo. Como sou fã de cataplanas comprei uma gigantesca (para 6 pessoas) e três pequeninas para doces. Nunca tinha visto cataplanas tão pequeninas e comecei logo a magicar mil e uma sobremesas fantásticas que aqui podiam ser feitas... Mas os dias foram passando e a inspiração foi-se perdendo e as cataplanas foram arrumadas no armário... Longe da vista, longe do coração. Que é o mesmo que dizer que não me voltei a lembrar delas...Como ultimamente tenho feito algumas cataplanas salgadas, reencontrei as cataplanas pequeninas no fundo o armário e decidi pôr mãos à obra e a imaginação a funcionar... E saiu esta delicia... Quando pensamos que as coisas boas já não podem ser melhoradas... Acontecem destas surpresas fantásticas... ___________________…

Morangos e uma amiga.

Quando comecei a pensar em criar um blog, alguns medos surgiram… A questão da exposição (que é inevitável que aconteça). A questão de não controlarmos as críticas e de não sabermos se estamos preparados para as receber, sejam positivas ou negativas. A questão de partilharmo-nos com quem não conhecemos, nem as expectativas de quem está do outro lado do ecrã.Com muita coragem e muito empurrão lá criei o blog e confesso, que até agora, tem sido uma experiência para lá de positiva, cheia de surpresas bastante agradáveis. Uma delas têm sido os contactos recentes que estabeleci com pessoas que partilham o mesmo gosto pela culinária que eu. Pessoas, que não conheceria, não fosse a existência do “uma pedra de sal”. Pessoas com histórias incríveis e receitas ainda mais incríveis para partilhar! Sim, é verdade, há quem me contacte para partilhar comigo uma ou outra receita preferida!Esta receita que publico hoje foi um exemplo disso. A minha recente amiga Marta M. tem-me feito chegar receitinh…

Bacalhau em festa!

Quando casei estava na moda as quintas, onde as bodas se realizavam, servirem um bacalhau carregado de cebolada e tomate, polvilhado com pickles e salsa. Tipo, uma versão de forno, do célebre bacalhau à Minhota… Apesar de não gostar de pickles e de ser um tipo de comida algo ‘pesada’, confesso que gostava bastante.Resolvi tentar reproduzir em casa… Claro está, ao meu gosto, porque apesar de ser fã do prato, também acho que tem demasiados ingredientes ‘pré-fabricados’ na sua confecção.Assim, fiz uma cebolada simples, com tomate fresco e que resultou muito bem com o pimento. Apesar de não ter a mesma cor e sabor, foi aprovadíssimo cá em casa.Bacalhau à parte, e já que falamos de tomate fresco, hoje deixo algumas considerações sobre a opção de (não) utilizar tomate de lata… Não tenho nada contra os produtos enlatados, muito pelo contrário, acho que simplificam e muito a vida de quem trabalha e de quem tem pouco tempo a perder… Ainda assim, prefiro, sempre que posso, comprar tomate na alt…

A primeira sopa...

Quando comecei a cozinhar, já tinha eu a minha própria casa, recordo-me que a minha maior dificuldade foram as sopas… A primeira sopa que experimentei fazer foiexactamente sopa de feijão verde e recordo-me de a ter queimado, já que o puré, depois de passado, colou-se ao fundo da panela e queimou… Olhando para trás fico incrédula como consegui queimar uma sopa!Pedi ajuda à minha mãe e ela lá me explicou que as sopas são o mais fácil de fazer… Era uma questão de fazer um puré de legumes e adicionar uma verdura depois do puré cozido e passado. Aconselhou-me também a utilizar a panela de pressão já que era mais rápido.Claro está que segui o conselho dela e não voltei a queimar uma sopa… E nunca mais fiz uma sopa igual a outra, porque depende sempre do que o frigorífico dá.Todas as semanas fazia uma panela cheia de sopa para a semana. Demorava cerca de 45 minutos a fazer, já que tinha de cozer o puré e depois de passado tinha de cozer as verduras… Nunca gostei muito de sopas passadas, gost…

Paulo Coelho

Na minha adolescência sempre li muito. E escrevi mais ainda! Idades conturbadas, sedentas de respostas, novas experiências, novas influências e liberdade para as absorver… Digamos que tive pouco espaço, ou nenhum, o que limitou as vivências ao que lia e escrevia.Do muito que li, recordo com algum carinho os livros do Paulo Coelho. Livros que lia em busca de uma luz ao fundo do túnel, em busca de uma fé, de uma resposta para as questões sem resposta, de um Norte…Não posso dizer que encontrei resposta para todas as questões que me atormentavam, mas sem dúvida senti alguma empatia, algum conforto nos livros do Paulo. Por vezes chegava a ser estranho… Se tinha uma dúvida existencial, daquelas que só são pertinentes e prementes na intensidade da adolescência, encontrava as mesmas dúvidas e as mesmas teorias e ilações nos livros do Paulo - Tinha encontrado a minha alma-gémea!Por isso, quando vi o desafio deste mês no blog “De Cozinha em Cozinha passando pela minha” o primeiro escritor conte…