Avançar para o conteúdo principal

Couve flor again!

Cá por casa desde que descobrimos a salada com base de couve flor ralada que não queremos outra coisa. Há quem utilize couve flor crua, eu prefiro usar couve flor cozinhada, mas bem al dente para não ficar desfeita.

De resto e como em qualquer salada basta juntar os ingredientes de que gosta. Esta salada que trago hoje foi feita para acompanhar um salmão grelhado. Estava uma delicia. Regrada por uma vinagrete simples a que adicionei um pouco de mel e mostarda. Uma delicia de salada outonal.




Salada de outono

[serve 2]


Ingredientes:

- uma cabeça de couve flor cozinhada al dente

- uma batata doce cozida

- queijo de pasta mole

- um punhado de uvas

- nozes partidas a gosto

- folhas de espinafres crus


Preparação:

Rale grosseiramente a couve flor e coloque numa saladeira. Junte a batata doce cozida em cubos, o queijo em pedaços, as uvas abertas ao meio e descaroçadas, as folhas de espinafres e as nozes grosseiramente partidas.

Tempere no momento de servir com uma vinagrete simples (sal, azeite e vinagre) e adicione um pouco de mostarda e mel. Equilibre os sabores e sirva como refeição principal ou a acompanhar salmão grelhado como foi o caso cá de casa.

Comentários

  1. Não gosto de couve flor completamente crua, mas assim fica tão bom! Adorei esta salada. Beijinhos

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Aguardentes & Licores

O ano passado lancei-me na 'arte' de fazer licores para oferecer nos cabazes de Natal. Comprei uma aguardente de boa qualidade e segui duas receitas publicadas na revista da Bimby "Momentos de Partilha". O resultado final foi muito apreciado pelos convivas a quem ofereci, já que por casa ninguém é apreciador de álcool, nem nas maçãs assadas (felizmente só se estraga uma casa) e por isso nem provamos o resultado final.Este ano tentei perceber um pouco mais sobre este universo das aguardentes (a base dos licores). Em jeito de 'Resumo' tenha em atenção o seguinte:O primeiro factor a ter em consideração, quando se faz um licor, tem a ver com o teor alcoólico da aguardente porque a quantidade de água e açúcar que se vai utilizar depende disso. Isto é, se tiver um teor de álcool de 40º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar cerca de 500 gr de açúcar e 650 ml de água. Se tiver um teor de álcool de 70º, para 1 litro de aguardente, deve-se utilizar a mesma prop…

Molho cervejeira

Quem estuda economia ou gestão costuma falar sobre a curva de crescimento das empresas. Na verdade, todas as empresas têm o seu momento de crescimento, expansão e algures no tempo, a estagnação e a morte. Mais cedo, ou mais tarde, é o que acontece. Claro que há empresas que levam mais tempo do que outras a chegar ao declínio… Veja-se a Coca-cola, veja-se a MacDonalds… Independentemente da concorrência, são empresas com história que se mantêm até hoje como lideres, que ultrapassaram todos os momentos de expansão e contração da economia.Em minha opinião isto acontece por variadas razões, seja pela gestão, pelas ações de marketing, pela publicidade, mas acima de tudo, pelo segredo que os seus produtos encerram. Pela inovação que trouxeram quando chegaram ao mercado.Tentando passar isto para o panorama nacional, veja-se a Portugália e o seu molho que se mantém inalterado desde sempre (dizem). Passou de uma cervejaria de Lisboa, a uma cadeia de restaurantes espalhada por todo o país. Ainda…

Licor de framboesa

Já referi aqui algumas vezes o quanto os meus gostos têm mudado ao longo da vida. Disso foi esse exemplo este ano ter aprendido a gostar de maracujá e frutos vermelhos. Mas muitos outros exemplos houve e a verdade é que à medida que vamos evoluímos, os nossos gostos também evoluem.Para mim o grande salto aconteceu quando comecei a cozinhar. Não gostava de cebola, ervas aromáticas, pimentos, favas, cogumelos, enfim. A lista era infindável. E a verdade é que até mesmo carne de vaca, que já não comia há mais de 15 anos, por não suportar o sabor, no outro dia abri uma exceção num curso que fiz e… GOSTEI!O importante é termos a mente aberta e dar o primeiro passo para experimentar e insistir se necessário for. Porque só assim conseguimos tirar a teima se é simplesmente um ‘não gostar’ daqueles de quem nunca provou, ou um ‘não gostar’, à séria, de quem não suporta o ingrediente x ou y.As framboesas entraram na minha vida este ano. E era daquelas antipatias crónicas. Era comum ouvirem dizer-…