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A mostrar mensagens de Agosto, 2017

Toranja & Beterraba

Há saladas simples e deliciosas que enchem o olho. Esta salada que trago hoje calha nessa categoria de saladas vistosas!Não é uma salada complexa, é até bastante simples, mas é uma excelente entrada ou um acompanhamento leve perfeito para uma grelhada de carne, por exemplo.Aconselho temperarem com um bom azeite e um bom vinagre de vinho ou comer mesmo assim. Para quem não gostar de toranja, pode usar laranja.


Salada de toranja com beterraba e feta
Ingredientes:- 1 toranja- 1 beterraba cozida- ½ cebola- queijo feta qb- sal qb- orégãos qb
Preparação:Descasque a toranja e a beterraba. Corte ambas em rodelas e disponha em forma de flor num prato. Coloque por cima umas rodelas de cebola. Tempere com um pouco de sal e orégãos e esfarelo um pouco de queijo feta.

Couve flor again!

Cá por casa desde que descobrimos a salada com base de couve flor ralada que não queremos outra coisa. Há quem utilize couve flor crua, eu prefiro usar couve flor cozinhada, mas bem al dente para não ficar desfeita.De resto e como em qualquer salada basta juntar os ingredientes de que gosta. Esta salada que trago hoje foi feita para acompanhar um salmão grelhado. Estava uma delicia. Regrada por uma vinagrete simples a que adicionei um pouco de mel e mostarda. Uma delicia de salada outonal.


Salada de outono[serve 2]
Ingredientes:- uma cabeça de couve flor cozinhada al dente- uma batata doce cozida- queijo de pasta mole- um punhado de uvas- nozes partidas a gosto- folhas de espinafres crus
Preparação:Rale grosseiramente a couve flor e coloque numa saladeira. Junte a batata doce cozida em cubos, o queijo em pedaços, as uvas abertas ao meio e descaroçadas, as folhas de espinafres e as nozes grosseiramente partidas.Tempere no momento de servir com uma vinagrete simples (sal, azeite e vinagre)…

Filetes com pesto

A primeira vez que provei pesto achei que era o sabor mais desagradável que tinha provado. Acre. Acima de tudo acre. Era de compra...
Alguns anos depois, resolvi dar ao pesto uma segunda oportunidade. Com manjericão da horta, queijo parmesão de verdade, azeite de boa qualidade e pinhões vindos diretamente do produtos. 
Uau!
Ainda hoje guardo a recordação desse dia. Uma delicia. De tal forma fiquei rendida que tenho sempre pesto guardado no congelador. É tanto faço pesto com manjericão, como faço com espinafres ou com rúcula. E quando não tenho pinhões, faço com amêndoa. Todas as experiências que tenho feito até agora têm sido um sucesso. 
Num destes dias fiz a versão original e não resisti fazer estes filetes muito simples. Mais uma prova de que não é necessário muito para comermos bem e de forma muitooooo saborosa. Conseguem resistir a esta cor?


Filetes de peixe com pesto
Ingredientes:  - 4 filetes de linguado - 4 colheres de chá de pesto (ESTE) - azeite qb
Preparação: Pré-aqueca o forno a 180º…

Morangos com chantilly

Sempre fui gulosa. Nenhum doce era demasiado doce para mim. Nem mesmo o pudim abade priscos ou o pudim de água, dois doces que estão no topo do pódio em minha opinião!
Embora gostasse de doces, sobremesas e bolos elaborados, a simplicidade desconcertante de uma taça de morangos com chantilly sempre me deixou sem argumentos. Na verdade, até podia ser só a taça cheia de chantilly sem morangos... Falo de chantilly à séria, feito com natas, nada daquele gesso que hoje em dia se vê em muitas pastelarias...
O peso na consciência de comer chantilly era maior do que a culpa que sentia por comer duas fatias de um pudim carregado de açúcar... A sociedade médica e não só incute-nos que a gordura é um perigo a evitar. Os muitos estudos indicam o consumo de gordura como responsável pelo aumento do colesterol. E as nossas rotinas passam invariavelmente por evitar as gorduras, desconhecendo que na verdade é o açúcar o maior veneno silencioso a evitar.
Quando temos coragem de pensar fora da caixa, testa…

Topping de ruibarbo, meloa e maracujá

As férias do verão são o momento perfeito para dar largas à imaginação na cozinha. Porque tenho mais tempo, mais disponibilidade mental para pensar em combinações de sabores, porque o calor acaba por pedir simplicidade e pratos deliciosos. Há quem relaxe à beira da piscina, eu relaxo na cozinha, a tender massa de bolacha, a inventar gelados, a improvisar sabores novos de saladas.
Estas férias de verão não foram exceção com a agravante de termos mudado radicalmente a nossa alimentação. Todas as ideias que não foram possíveis de executar por falta de tempo, soltei-as agora e fizeram as delícias da família que não sentiu mesmo nada falta de comer no restaurante.
Este topping surgiu da necessidade de utilizar ruibarbo que ainda tinha trazido de Lisboa. Como tinha feito um gelado de pêssego achei que esta combinação seria perfeita. Não me enganei. Depois de provar esta delícia, é impossível achar que comeria melhor numa gelataria. 
Não se preocupe se não encontrar ruibarbo.  Faça a sua própri…

Gelado de pêssego e banana

Na nossa "vida antiga" um dos pontos altos de estarmos em Milfontes de férias eram os pequenos almoços com croissants na Mabi e os lanches com gelados no mesmíssimo sítio. 
Hoje entramos, quando a nossa Joana nos pede gelados, como se nada fosse. Olhamos à volta e percebemos claramente que não conseguimos comer absolutamente nada naquele lugar, exceto eventualmente café ou chá. Olhamos para as mesas sobrelotadas e temos um vislumbre da quantidade de açúcar que comíamos outrora. E não queremos voltar a esse lugar, infelizmente comum.
Embora sabendo a resposta, metemos conversa e perguntamos quando pensam em ter gelados sem açúcar e sem glúten... Até brincamos e dizemos que os diabéticos também têm direito a comer gelados... Mas a recepção não é a melhor. Acham que não teriam saída. E olhando em redor, talvez tenham razão.
Mas o verão é fantástico em termos de variedade e doçura das frutas, não há razões para não fazermos gelados fantásticos em casa. Basta combinar frutas docinha…

Tapioca doce

Em dias de stress mais difíceis é recorrente ganhar apetites depois de jantar. Estou no sofá, a ver TV, ou nas redes sociais, ou mesmo a ler coisas que trouxe do trabalho e a cabeça começa a falar com o estômago, ou o estômago com a cabeça, não sei bem... E às páginas tantas a desconcentração é já tão grande que não tenho outro remédio senão levantar-me e ir para a cozinha... Sejam 22h ou 1 da manhã...
Numa dessas noites o apetite por arroz doce falou mais alto.... Mas não como arroz! Rapidamente me lembrei da tapioca, que antes fazia utilizando a minha receita de arroz doce, mas agora havia mais adaptações a fazer! 
O leite comum foi substituído por leite de coco caseiro, a manteiga por óleo de coco, para além do arroz por tapioca granulada. De resto, os aromas estavam lá. 
Aqui está uma solução bem rápida e deliciosa e sem glúten e sem açúcares refinados. Aos mais gulosos aconselho a adicionaram um pouco mais de mel. Quem diz mel, diz outro adoçante da vossa preferência. 




Tapioca doce  […

Omelete verde

Estou convencida que existem mais de mil formas de cozinhar ovos. Talvez esteja a exagerar, mas no que depender de mim recuso-me a comê-los todos os dias da mesma maneira. 
Esta foi mais uma experiência que correu bem. Embora não seja inovadora, é mais uma sugestão que deixo porque sei o quanto pode ser complicado de manhã não saber o que comer. 
Posso garantir, por experiência própria, que há muito mais do que pão com manteiga... E se eu adoro [adorava] pão com manteiga...



Omelete verde [serve 2]
Ingredientes: - 4 ovos - folhas de espinafre a gosto (1 mão cheia) - uma pitada de sal - queijo da ilha a gosto - 1 fio de azeite
Preparação: Num robot de cozinha coloque os ovos e os espinafres e processe até obter uma mistura líquida verde. Tempere com um pouco de sal, não muito porque o queijo que adiciona no fim tem sal.
Numa frigideira anti-aderente deite um fio de azeite e metade da mistura de ovos e espinafres. Deixe cozinhar bem em lume brando. Antes de dobrar junte umas lascas de queijo da ilha.

Crepes com peru

Cá por casa utilizamos o fim de semana para organizar as refeições da semana. Salvo raras exceções, opto sempre por fazer uma peça de carne assada ou cozinhada a baixa temperatura (numa panela específica) e que depois, pela sua versatilidade, me permite fazer pratos diferentes durante a semana. Mesmo mudando o acompanhamento é muito aborrecido almoçar e jantar sempre o mesmo.
Numa 6ªf à noite, depois de uma longa semana de trabalho e ainda com carne desfiada para processar saíram estes crepes. Na verdade os crepes já estavam feitos foi só descongelar. E montar os ingredientes. A receita de crepes que utilizamos é sempre a mesma e a única que experimentamos e gostamos e que mais se parece com os crepes originais. Não sei quem é a autora original mas são conhecidos como os crepes da Joana. À receita original reduzimos a quantidade de óleo de coco e adicionamos raspas de limão, mas de resto, a receita é igual. Esta receita é muito versátil e tanto podem ser recheados com ingredientes doce…

Mais um!

E trago mais um pequeno almoço. Mais um em que parte foi preparada no dia anterior. Mais um com ovos, porque já não sei viver sem proteína logo demanha. Sacia-me e deixa-me com energia para o dia que começa. Já experimentou? Não deixe de experimentar. 
Enquanto toma a decisão, deixo mais um pequeno almoço variado e nutritivo que se faz num instante. Estes pãezinhos fingidos conquistaram-nos cá por casa. São rápidos e fáceis de fazer. Saborosos... E isentos de culpa... Três em um!



Oopsies, ovos mexidos e fruta [serve 2]
Ingredientes: Para os oopsies: - 3 ovos - 3 colheres de sopa rasas de iogurte grego - sementes de sésamo e papoila (facultativo) - 1 pitada de sal
Para empratar: - 3 ovos - 1 laranja e 1 kiwi - 1 abacate - 1 fatia de queijo da sua preferência - alface qb - azeite e sal qb - pinhões e canela qb (opcional)
Preparação: No dia anterior à noite faça os oopsies. É uma receita muito simples e com a quantidade que refiro acima fiz 6 oopsies. Mantenha o racio de uma colher de sopa de iogurte por c…